Lugar de encontro ... Sem pretensões ... Apenas encontros e desencontros com ela "a psique". Se você passou por aqui, deixe o seu joinha e me siga ... Se puder, digite comentários... Fique livre até para discordar!
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
Síntese do Texto [Robbins, S. P. Questões Contemporâneas sobre Liderança - Capítulo 12]:
Síntese do Texto [Robbins, S. P. Abordagens Básicas sobre Liderança - Capítulo 11 – p. 257- 270]:
Síntese do Texto [Robbins, S. P. Comunicação - Capítulo 10 – p. 231- 255]:
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segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Inovações Tecnológicas e a falácia da Educação Interativa
As últimas configurações sociais mostram-se cada dia mais "revolucionárias" às avessas, claro! A epidemia Covid-19 trouxe junto com ela algumas bagagens ideológicas, haja visto que somos uma ordem mundial com vistas a soberania estatal do lucro e da efusiva lógica de teor psicológico do seja "proativo"!
Nesta perspectiva de fundo neoliberal àquele que não se reinventa se trumbica, como já dizia o velho guerreiro Chacrinha! O exorcismo social propõe a todo custo a expulsão das ideias comunistas. Quem já não ouviu a célebre frase: "Isto é coisa de comunista". Parece que os avanços sociais que levaram a população brasileira a pensar sobre educação e as mais insalubres formas de alienação, atualmente; ganham a caracterização de expurgo.
Daí a necessidade de acabar com a educação formal, aquela presencial, do cara a cara, lugar de autonomia educacional. É claro que não somos ingênuos em acreditar que este é o fator primordial das orquestrações políticas mundiais. Isso seria reducionista.
Pela lógica do capital, a exploração é a máxima e, isto; cabe dentro da proatividade em tornar tragédia em LUCRO. Historicamente, nas várias sociedades quando havia a presença de grandes catástrofes que de alguma forma promoviam situações de problemáticas grupais sem controle, observava-se, na forma como as sociedades se envolviam para buscar soluções, uma pauta que envolvia um compromisso ético e uma ação política de ações coletivas. Isto na atualidade não é observado ou comum, já que sob a égide do capital enxerga-se os momentos de fragilidade coletiva como um "produto social". Isto significa que as promessas de controle são pautadas na venda de ilusão de possíveis soluções que sempre estão a serviço dos ideais das forças produtivas (Valêncio, 2011).
Nada mais ilusório do que as soluções encontradas nas novas tecnologias. E mais uma vez vence a lógica da exploração social das tragédias. A educação tem sido enredada por esta infelicidade. Observa-se que as universidades privadas sempre na busca do maior lucro abocanharam com força o momento, oferecendo ensino EAD com o mínimo aproveitamento, mas com o maior lucro, já que não diminuíram as mensalidades.
Algumas Universidades na pachorra dos lucros, diminuíram a mão de obra demitindo em massa funcionários, entre eles muitos professores. Propuseram aulas nacionais com salas virtuais comportando mais de hum mil alunos, e um único professor. Provas em salas de aula Google, Teams, etc. Plataformas digitais ganharam espaço, Zoom, Skype, Wattsapp, etc. Os alunos fingiram que aprenderam e os docentes que ensinaram. E na lógica do lucro, vale manter o idiota "idiotizado". No país dos bobos de número zero em educação!
E a educação pública como fica? Na política dos estados alunos perderam o ano, mas a ilusão de que nos próximos dois tudo estará recuperado é vendido aos borbulhões. E há quem acredite! Pior! As Universidades federais, estaduais ganharam o status de novas habilitadas para o ensino virtual! Em nome da proatividade, professores tiveram que se reinventar. Ou reinventa, ou perde alianças, investimentos.
No caminho da inclusão digital, ninguém lembrou que nesse país de desigualdades, tem acesso à educação quem tem o mínimo de estrutura financeira para acessar as plataformas digitais. Ignoraram o pobre provedor de família, mãe, mulher, guerreira que acorda de manhã às cinco e só volta às dezenove horas pra casa. Ignoraram as realidades de inacesso a tecnologia, ao computador, a internet e por aí vai. Ignoraram a fome, a miséria, o analfabetismo funcional.
Que país é esse? O país dos burgueses de colarinho branco! Dos impunes! Dos reacionários! O país da miserabilidade econômica! O país que brinca de ser Estados Unidos da América! Uma ode a derrocada educacional comemorada com taças de champanhe e caviar!
domingo, 25 de outubro de 2020
É sobre pedagogia, didática e atuação profissional que queremos falar?
A história da pedagogia é longa e passou pela influência de muitos períodos históricos, ideologias dominantes e imposições metodológicas. Assim como as matrizes psicológicas tiveram suas influências político-sociais, os paradigmas pedagógicos também o tiveram.
A questão metodológica da educação está que nenhuma metodologia está imune as ideologias vigentes na sociedade. O problema que envolve a didática e a formação profissional do pedagogo ou professor está intimamente atrelada às suas próprias concepções de ensino, claro que estas foram aprioristicamente apropriadas da interação social, política e cultural de sua experiência comunitária.
Durante muito tempo houve embates entre duas correntes principais: uma tradicional datada de longas datas, desde os tempos mais clássicos e uma revolucionária que buscou retirar da mão do educador ou mestre o poder central, dando ao aluno um maior poder.
Os que se aproximam da referência mais clássica e tradicional expõem claramente que ainda acreditam na premissa do mestre e do discípulo. Talvez eles se contorçam na cadeira por esta ideia, mas o mestre era aquele que detinha o saber maior e por detê-lo traziam consigo uma fila de discípulos aprendizes, seguidores fiéis.
O mestre não podia ser questionado, já que era dotado de status quo - superioridade - uma certa deidade a ser imitada, seguida. A educação tradicional sempre teve este status. O aluno é apenas um mero aprendiz e seu professor o mestre - dotado de todo o saber.
Esta questão relevante na educação faz-nos pensar um certo narcisismo da inquestionabilidade, bem contrária a dialética que propõe os embates provenientes da contradição. Só para pensar...
Pensando a dialética, não seria mais propício os diálogos existentes entre os mestres e os aprendizes do que a imposição de ideologias? A moeda tem dois lados. Se de um lado a hegemonia estatal capitalista detêm o poder e impõe o conhecimento sob seu viés, também do outro lado a sociedade sob os prismas socialistas impõe a sua ideologia. Data vênia relembrar a história das tentativas desastrosas desta forma de fazer governo na história, não que estas tenham sido piores que os estragos do capitalismo, mas também não foram as melhores.
Tanto o capitalismo quanto o socialismo partem de premissas básicas: alguém detém o poder. É fato... Não gostamos de falar sobre a perda da autonomia em ditaduras que impõem heteronímia humana?
Educar deveria ser um ato revolucionário a medida que agrega valores nos saberes, não retirando do professor a sua condição de mestre e de aprendiz. Isso, meus caros, é práxis. Nem mesmo os grandes mestres detinham todo o "saber". O conhecimento e a prática são geratriz de muitos outros aprendizados.
O educador que toma para si a arrogância da inquestionabilidade, ganha discípulos mudos, sem personalidade. Ganha papagaios de pirata que repetem seus ditos. O verdadeiro educador ensina pensar. E é pensando que se aprende a ter consciência reflexiva, de uma filosofia da práxis, mesmo que este aprendiz discorde de ti. E será pela dialética argumentativa que outros saberes se construirão.
Namastê :)
sábado, 17 de outubro de 2020
Pensando o Suicídio. Reflexões Fenomenológicas 3
Por Damaris Melgaço
O homem quando expropriado de sua produção criativa torna-se prisão. O suicídio, então; é possibilidade de um último ato produtivo que rompe com o distanciamento existente entre ser aí e ser dasein.
Pensar o suicídio de forma objetiva exige elaboração de campos históricos e de contextos culturais. Marx ao abordar o assunto faz relação com as questões propriamente relativas às condições do trabalho no sistema capitalista. O autor alega que são as formas de coexistir na sociedade do capital são determinantes para a morte ou a decisão pela morte.
Para Marx, o homem quando desapropriado de sua produção e compulsoriamente jogado as condições de miserabilidade econômica pelo sistema monetário a que se submete, toma para si a possibilidade da desistência da vida. O fenômeno do suicídio sempre esteve presente ao longo da história nas mais variadas formas de organização política, inclusive nas sociedades socialistas. Isto é algo que motiva reflexão.
É claro que esta razão econômica sempre perpassou e ainda perpassa o ideário social. No Brasil, o índice de suicídios tem crescido assustadoramente. A maior parte ocorre por motivações nem sempre específicas ou objetivadas. O que mais se ouve são proposições de possibilidades de ordem orgânica em adoecimento, dentre eles; a depressão, estados ansiógenos e psicóticos.
A questão levantada é por que há tantos estados adoecidos na sociedade ocidental? Como estes processos se dão? Há uma lista gigantesca a ser debatida. A fugacidade da vida, a chamada superficialidade, as relações abstratas, a sociedade do consumo, os distanciamentos das relações interacionais, etc. A questão primordial refere-se a expropriação do ser de si e dos outros, mas como este processo de expropriação ocorre? Nesta questão, retomado em Marx as questões mais básicas, pode-se buscar explicações plausíveis a este fenômeno social.
O homem advém de suas produções e é nelas que o sentimento de utilidade se completa. Sejam nas produções de trabalho intelectual ou material, cuja força é exigida, os homens encontram o prazer produtivo. O prazer produtivo é dotado de energia vital que dá ao homem a realização, o prazer e o poder criativo.
Nas bases mais primitivas, na luta pela sobrevivência, as necessidades são de preservação e manutenção de si e de outros. A luta e a fuga são ativos do medo e reinventados na produção de materiais protetivos. A produção humana, fruto do trabalho, é em si um bem maior dotado de poder e de domínio sobre outras espécies. A dominação, por si só, é; sem dúvida, liberdade. E é pela liberdade que o homem luta e labuta.
As invenções sociais, a medida que foram sendo necessárias, iniciaram os processos de castração da liberdade, pois a convivência coletiva exigiu que a liberdade de alguma forma fosse cerceada. A criação das regras foram a construção coletiva para estabelecer a comunicação e a interação necessárias para a boa convivência.
Todo este processo, em si, não é retrocesso, já que ele, pela própria distribuição da coletividade, se fez por um bem maior; a melhor convivência nos espaços sociais. A questão do suicídio não ocorre pelas formas rudimentais de comunicação ou apropriação espacial, mas pelas invasões territoriais dos espaços intrínsecos e individuais do existir humano. A transferência da volição primitiva pela conquista dos espaços enquanto domínio, quando transposta para o campo da individualidade intrínseca, talvez; seja a grande chave da inexistência e apatia existencial. Nestas condições o ser humano é tornado propriedade de outro e não de si. Eis aí a questão mais pungente na relação morte e vida.
Acostumado a existir para a produção criativa, o homem agora é expropriado de sua função primeira para acolher uma única produção universal, agora assumida como a mais importante verdade conhecida. A diminuição da autonomia criativa, seja na produção de suas ferramentas, sistemas, mitos e conhecimentos, causa apatia social.
Geralmente, àqueles; acostumados e condicionados a expropriação, se reproduzem na imitação e permanência inconsciente de sua condição. Ao retomar o mito da caverna de Platão, pode-se repensar como a inércia presentifica a transmutalidade do mito em fascínio reduzido ao medo do desconhecido. Nestas condições alienantes da real face do mito, o homem não retoma a consciência e não sente e se não sente; se ressente.
Quando despertos de sua consciência, há nestes homens o desejo de reapropriação dos espaços antes invadidos e expropriados. Diante de toda a força existente na pressão comunitária, em forma organizada de políticas sociais, que subordinam os seres às autarquias, renascem as ideias maniqueístas que entendem a igualdade das origens que não necessitam de subordinações no campo individual do existir.
Estes homens, dotados da consciência crítica das relações em sociedade, são os inconformados. E assim, o sendo; despertam-se para a luta contra toda forma de opressão. Em Marx, pode-se perceber a anuência do consciente. É permitido pensar a sociedade em suas bases materiais. É permitido questionar estas bases. É inerente ao homem pensar sobre si e os outros e nos processos da coletividade.
Ser consciente é doloroso porque perceber as injustiças existentes, naquilo que constitui humanidades, é responsabilidade. E se é responsabilidade é culpa. E se é culpa é morte. E se é morte é luto. E se é luto é viver na obscuridade existencial. É morrer na existência.
A ideia do suicídio é um antagonismo da existência, pois se já não vivo na vida, confirmo na literalidade quando enfrento a morte. A finitude no existencialismo é o ponto crucial do existir. A morte é a maior proximidade do dasein, pois é ali que o eu real se manifesta, sem as brumas da inexistência. Portanto, suicidar-se é possibilidade de autonomia e resgate de si, mesmo que a obscuridade do pós-morte amedronte. No entanto, o suicida já experimentado da morte do ser nada teme.
O medo é o princípio da vida e da luta pela sobrevivência. Moreno nos conta que suas experiências infantis lhe deram o estarte para a questão do ser. Em suas brincadeiras dramáticas, aonde rei e senhor ele era, certa feita ousou pular de sua cama e o resultado foi um machucado fenomenal. A partir deste memorial, entendeu um princípio básico, o de que o medo é o freio que nos estagna e nos coloca em vigília pela vida.
O ato de libertar-se implica em aceitar os limites da existência. O homem livre sabe que o seu poder criativo restringe-se a sua finitude. Eis aí o empasse final. O suicida transpassa o limite que o sufoca, incluso o de seu finito, na esperança de retomar o controle de seu poder criativo ou produtivo num ato final. O da tragédia humana.
Como numa peça de teatro, ele atua o último ato. Nada mais propício lembrar de Shakespeare e o ato final de Romeu e Julieta. A trágica estória mesmo que por acaso retoma o ato suicida como o apogeu e a vitória dos amantes. É na finitude da existência que há a libertação de toda opressão.
Entendendo que todos os seres são atores de sua existência e que são dotados de liberdade para escolher entre a vida e a morte, compreende-se o ato livre suicida como a expressão de todo o peso existencial que carrega. Não se pode condená-lo, pois muitos homens já pensaram em fazê-lo.
Outros empobrecidos e inebriados pela existência da opressão, suicidam-se diariamente nas montanhas de álcool, coquetéis, cigarros, excessos alimentares, sexuais, etc. Os excessos nada mais são que discursos velados da opressão vivida. E não importam os apelos sociais, está-se a caminho da inevitável morte. Morte já experimentada em vida. Verdadeiras operações camicase.
A questão que se desvela não é a culpabilização de suicidas, mas a retomada da consciência suicida.
Não ignoro em nenhum momento que o materialismo histórico-dialético se contrapõe a fenomenologia e que esta é uma abordagem humanista que prioriza a individualidade subjetiva de indivíduos. No entanto, a abordagem do fenômeno suicídio não ignora suas contradições.
domingo, 11 de outubro de 2020
Práxis: desvelando princípios básicos.
Por Damaris Melgaço
Práxis, palavrinha tão usada nos meios educacionais, mas você sabe o que significa?
O termo aparece já nos tempos homéricos, quando eleva a contemplação filosófica ao status quo de positividade e de reflexão. Nesta época há uma verdadeira distinção entre as produções voltadas a intelectualidade e as produções de trabalho manual. Um homem elevado intelectualmente não deveria se ocupar de trabalhos comuns. Era vergonhoso.
O período renascentista trouxe com ele questionamentos interessantes sobre a intelectualidade, desbravou a filosofia até então existente, rompeu com padrões estéticos, promoveu novas estéticas, adentrou ao mundo da presunção do domínio, herança feudal, supervalorizou a moeda, fetichizou e tornou a acumulação de bens um ideal. Surgem agora os ideias do capital e a práxis fundante da economia capitalista ditou novos rumos a práxis, agora não mais de cunho filosófico contemplativo, mas separatista e classificatório, como de pertencer; e despertencer, ou seja; somente pertence quem domina. E quem domina possui o conhecimento e a produção do mesmo. Aos dominados resta-lhes ser expropriado de si para acatar passivamente os ideais de predomínio agora estatal. Se antes o incentivo a contemplação e a elevação humana era prioridade, agora é de pertença de apenas alguns.
Marx em seus estudos inicia um movimento de base que dá a práxis uma nova dinâmica. Em sua filosofia da práxis ele concebe uma práxis que é constante e sempre existente nas atividades humanas. Ele reitera a práxis não separada dos movimentos de historicidade humana, sendo fundante de toda ação social existente e de construções coletivas. A práxis não pode ser negada e é o que é dada a realidade ideológica que a guia ou direciona. Em Marx a práxis desvela-se para além de sua existência, já que ele dá a ela um caráter de criticidade.
Ele reconhece a existência da práxis enquanto movimento que é continuo ao longo da história das civilizações humanas. É dinâmica e se altera conforme as estruturas sociais e políticas também se alteram. Então, para entender práxis, em Marx, não se deve separá-la da unidade, como se em algum momento houvesse duas coisas a se juntarem: a prática e a teoria. Para este autor as políticas do capital o fazem, pois separam, em suas divisões de classe, a teoria da prática, já que o homem letrado possui a teoria a favor de si e do estado e o proletário a prática do exercício laboral.
Desta forma para Marx, o capital sequestra a unidade para si, desmembrando a práxis em condição reiterativa e espontânea. Desta forma a práxis torna-se apenas a assunção de valores e ideais pela imitação daquilo que é dado, imposto e desprovido de sentido. A consciência acaba prisioneira de estados alienantes; sem expressividade.
É esta condição que o autor denuncia em seus estudos teóricos: a alienação da consciência. A práxis, em Marx, ganha conotações de denúncia que toma por base a reflexão e a produção criadora, pois surge de uma necessidade e busca por soluções, sendo um processo que não se repete. Ao mesmo tempo um estado de retomada da consciência de mundo ou consciência da práxis para refletir a prática, tendo em si mesmo um caráter revolucionário.
O autor propõe a retomada da consciência da práxis, propõe o resgate do valor produtivo humano em sua integralidade, sem dicotomizar, separando ou classificando em mais valia, ou seja; em contrabalanço da atividade laboral nas balanças injustas que ora exigem maior produtividade do trabalhador, ora impõem maior produtividade via tecnologias. Propõe a retomada, nem que seja a força, do direito de usufruir da integralidade do trabalho que é o resultado de toda produção humana. Não há distinção entre atividade, já que toda atividade é valor em si.
Para Marx o conhecimento é a bússola da prática, é norteadora do caminho de produção e é direito de todos. A globalização do caminho conhecido é que estas forças retroagem em si mesmas porque em algum momento por necessidade o homem pensou sua prática, idealizou uma ação que produziu algo, que registrou as gerações aquele novo saber que não se repetiu, mas evoluiu tendo como norte o que dantes conheceu, produzindo novas exigências e novas produções e novos saberes.
Portanto, práxis não é a junção e nem a separação entre teoria e prática, é mais; é movimento constante, como as rodas de um carro; pois ao mesmo tempo que produz conhecimento, também produz prática e ambos se geram no caminho da transformação daquela realidade. Em Marx a práxis ganha valor político, ético, revolucionário com potenciais de transformação social, e ela tem por base a crítica reflexiva.
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